terça-feira, 22 de novembro de 2016

INDUMENTARIAS

 Salve Deus!
            Tia Neiva afirmava que o reino de Zana era um dos mais evoluídos que ela conheceu. Responsável pelas  indumentárias de nossa doutrina, esse reino além de evoluído , exige o nosso cuidado com nossos uniformes.
            Cada parte de nosso uniforme foi visto pela clarividente nos planos espirituais e tem seu significado. O branquinho que a luz do sol irradia toda uma magia, até o nó do laço do vestidos das ninfas de branquinho, dizia Mestre Edelves que era um nó iniciático.
            Quando houve a migração para a roupa o uniforme de Jaguar, muitos deixaram a doutrina por não concordar com a mudança. Só que entravámos na forma cabalística e Iniciática da doutrina. E as ninfas com suas indumentárias de Falanges Missionárias foram surgindo. A cor prata indicando que a Ninfa tinha a mediunidade de Apará, no simbolismo da lua; e dourado para a Ninfa sol.
            Chegou então a centúria e os Jaguares tiveram que forrar suas capas, indicando que já tinham conquistado de emitir e ter a companhia de um Cavaleiro da legião do Divino Mestre Lázaro, e as foi acrescentado mais uma capa indicando que as Ninfas já possuíam suas Guias Missionárias.
            Aos Jaguares o cuidado de não sentar em sua Capa. Não vesti-la em qualquer lugar no templo, preferindo faze-lo nos castelos. Até a forma de dobra-la , havia toda uma gestualistica com as dobras deixando a capa dobrada simetricamente. O jaguar não se proteger da chuva ou do sol com sua capa, pois segundo Tia Neiva é a única coisa que o Cavaleiro exige após o Mestre fazer sua centúria é a capa forrada. E ela não pertence ao médium e sim ao Cavaleiro. Esta além de dar todo um sentido iniciático ao ritual, protege o médium das correntes negativas que podem ter no ambiente em que ele está.
            Tia Neiva afirmou que segundo sua clarividência, é impossível um médium dizer que foi atuado por um sofredor enquanto estiver com sua indumentária iniciática.
            As ninfas deveriam usar suas indumentárias de escravas quando seu mestre estiver no comando de um trabalho ou reino central. Principalmente no comando da estrela, pois se a Ninfa estiver com a indumentária de falange missionária, o Mestre ficará apona, pois a Ninfa estará servindo sua falange missionária e não ao Mestre.
            Há todo um simbolismo nas indumentárias quanto a cor, forma e que ainda desconhecemos, tanto que não deve se emprestar os uniformes da doutrina, pois cada um tem a impregnação da pessoa.
            Cada indumentária é uma roupagem, que dá acesso ao médium a dimensões e frequências vibratórias diferentes, o retiro deve a ninfa e o Mestre irem de branquinho, e o Jaguar para os dias de trabalho oficial, coisas simples que esse mundo sagrado de Tia Neiva nos trouxe.
            Vamos transcrever um trecho feito pelo Mestre Tumarã José Carlos com mais informações sobre indumentárias e Uniforemes:
A) UNIFORME BRANCO – Usado pelas ninfas desde o início de suas aulas de Desenvolvimento e por toda sua jornada na Doutrina, o chamado “branquinho” ou uniforme branco deve ser feito em tergal Verão branco, com pala 5 cm abaixo da cava, saia godê (usualmente a metragem é de 3,50 metros, com 1,40 m de largura), mangas ¾ com 3 cm de folga na boca da manga. As fitas brancas, do mesmo tecido, têm 1,20 m de comprimento e 5 cm de largura, que se cruzam nas costas e dão um nó na frente (nó de gravata), a direita sobre a esquerda. A ninfa deve cuidar para que esteja em perfeitas condições de limpeza, uma vez que o branco suja muito, principalmente a barra da indumentária. Deve ter cuidado para que esteja abotoada nas costas. Deve, também, usar anágua, porque o tecido é pouco denso e pode ter as formas de seu corpo sombreadas, o que indica o uso de roupas de baixo brancas, de tons bem claros ou da cor da pele. Não devem ser usadas calças compridas ou bermudas por baixo do vestido branco. Outro cuidado deve ser com o calçado: uma sandália branca ou clara. Não usar tênis nem chinelos. Não devem usar cinto nem outro qualquer acessório no vestido, bem como colares, pulseiras, brincos e enfeites nos cabelos, demonstrando simplicidade e, o que é mais importante, o despojamento de sua personalidade, dando lugar à individualidade. Desde que use qualquer indumentária, é obrigatório o uso da fita lilás/amarela, com o símbolo de Apará ou Doutrinador. Sendo emplacada, passa a usar o crachá com a placa. Após sua Iniciação, a ninfa apenas acrescenta o colete, que deve receber o crachá com a placa, em seu lado direito. Para realizar a Estrela de Aspirantes, a ninfa já Iniciada coloca sobre seu uniforme branco uma capa simples, sem forro. Mesmo após todas as suas futuras consagrações, a ninfa terá oportunidade de usar seu uniforme branco. Quando usado para o período do Desenvolvimento, o branco tem o significado de que aquela médium está preparada para receber coisas novas, isto é, tudo o que trazia, na sua personalidade, tudo o que era e pensava em relação à vida, tem tudo que ficar em branco, para, então, poder  receber novas idéias, novas impressões. O seu uso, já com o colete,  nos Retiros, nas Sessões Brancas e outros trabalhos se deve a ser o branco totalmente impermeável a muitas vibrações e formas de energia, assim isolando o plexo da ninfa, com elevado poder de proteção energética.
B) MESTRE JAGUAR – O mestre em Desenvolvimento usa calça preta ou azul marinho, com um jaleco branco, no modelo fornecido pelo Salão de Costura, e fita. À semelhança das ninfas, esse uniforme sempre poderá ser  usado pelo mestre, especialmente nos Retiros e Sessões Brancas, então com o colete. Após emplacar, usa o crachá com a placa. Quando faz sua Iniciação, o mestre passa a usar o colete, onde coloca sua placa, no lado direito. Pode participar da Estrela de Aspirantes, colocando uma capa sem forro. Após fazer sua Elevação de Espadas, o mestre passa a usar o uniforme de Jaguar – calça marrom, camisa preta de mangas compridas, com as morsas nas mangas, fita e colete, e a capa marrom, ainda sem forro. Só depois de consagrado Centurião, terá sua capa forrada. O preto é a cor que atrai mais vibrações, atuando como verdadeiro imã magnético, nos trabalhos desobsessivos, atraindo forças negativas que são desintegradas pelo campo magnético formado pela fita. O marrom é uma cor neutra, não tendo qualquer finalidade vibracional específica, e seu uso é indicado pela melhor manutenção de sua aparência, não prejudicada tão facilmente pelo desgaste e pela poeira Mas, a qualquer tempo, o mestre poderá usar seu uniforme branco, assim chamado o do Desenvolvimento, com o colete, mas nunca com capa, nos Retiros e, obrigatoriamente, nas Sessões Brancas. Também, com qualquer de seus uniformes, o mestre deve zelar pela limpeza e bom caimento das peças. Deve usar cinto preto, quando estiver com calça preta ou marinho, ou marrom, quando estiver de Jaguar; sandálias ou sapatos pretos ou marrons, com as meias da mesma cor, evitando tênis e chinelos ou sandálias de dedo. Deve ser obedecido, também, na calça e na capa o mesmo  tom de marrom estabelecido para uso em nossa Corrente.
C) NINFA JAGUAR – Após fazer a Elevação de Espada, a ninfa pode usar seu uniforme de Jaguar – blusa preta de renda, com as morsas nas mangas,  usada com modelador, camiseta ou combinação preta, para que só apareça a pele, por baixo da renda, no decote e nas mangas, com fita e colete;  saia marrom, feita com seis nesgas, sendo justa da cintura até o quadril, com o comprimento até o peito do pé (metragem normal de 2,20 metros de comprimento, com l,40 m de largura) e com cinto largo, marrom ou preto. O calçado deve ser, também, marrom ou preto.
D) ESCRAVA – Usada exclusivamente pela ninfa Lua para fazer sua Elevação de Espada, tem condições para a manipulação de forças intermediárias, próprias do médium que já recebeu sua consagração da Elevação de Espada mas ainda não completou o mestrado, devendo ser usado até que a ninfa Lua faça sua consagração de Centúria. Não é aconselhável seu uso pela ninfa plenamente desenvolvida.
E) NINFA SOL – Podendo ser usado pela ninfa Sol  em sua consagração e a partir da sua Elevação de Espada, pode ser confeccionado em malha de qualquer cor, com sol de lamê dourado ou bordado em lantejoulas douradas, capa de organza no mesmo tom do vestido. Consagrada  Centuriã, a ninfa pode usar capa forrada com  renda, podendo esta ser da cor de sua Guia Missionária. Usando a capa forrada, fica obrigada ao uso de luvas, no mesmo tom da organza da capa (e do vestido), e pente.
F) ELIPSE – Vedado seu uso por ninfas Lua, é indumentária exclusiva para ninfa Sol madrinha de Sétimo Raio ou superior, com o vestido de malha de qualquer cor, com capa forrada, pente e luvas. A ninfa Sol que não seja madrinha não pode usá-la.
G) NINFA LUA – Existem três tipos de indumentárias compreendidos como de Ninfa Lua:
            1. NINFA LUA SIMPLES – Vestido de malha na cor que quiser, com aplicação de lua pequena e 7, 14 ou 21 estrelas com lantejoulas prateadas. Capa de organza, no mesmo tom do vestido. Se usar a capa forrada com renda, esta com a cor da Guia Missionária, fica obrigada ao uso de luvas e pente. Pode ser usado pela ninfa em sua consagração na Elevação de Espadas. Recomenda-se que a ninfa que puder, faça esta indumentária em lugar da de Escrava, pois poderá utilizá-la por muito mais tempo.
            2. NINFA LUA LUÃO– Só pode ser usada pela ninfa consagrada Centuriã, confeccionada em malha de qualquer cor, com lua grande e 21 estrelas bordadas em lantejoulas prateadas, capa de organza no mesmo tom do vestido, forrada com renda da cor da Guia Missionária, obrigatoriamente com pente e luvas.
            3. NINFA LUA COM PREGAS E MANTO – Inicialmente permitido somente para ninfas indicadas por Tia Neiva,  tornou-se modelo exclusivo para ninfas de Mestres Adjuntos Arcanos e Mestres Presidentes de Templos Externos, sendo vedado seu uso, sob qualquer pretexto, por ninfas que não se enquadrem nessas condições.
H) MISSIONÁRIO/A – Completa e bem cuidada, a indumentária da falange missionária protege tanto o mestre e a ninfa Sol como Lua com fortíssima ionização, permitindo seu trabalho, com toda a proteção, sem qualquer risco, na manipulação de poderosas forças desobsessivas. Como missionário, o médium acrescenta à sua bagagem – Mentores, falange, povo, Ministro,  Adjunto, Cavaleiro ou Guia Missionária, – a força de sua Falange Missionária, tornando-se poderoso foco de luz onde quer que esteja. A ninfa ou o mestre deverá sempre ter o cuidado de estar elegante, com sua indumentária bem feita e limpa, usando a fita, suas armas bem bordadas e cuidadas, tudo de acordo com o padrão estabelecido pela Primeira ou Primeiro de sua Falange, evitando as ninfas usar adornos e enfeites ou luvas e pentes em desacordo com este padrão. Como cada falange missionária tem seus modelos minuciosamente especificados,  não seria possível incluí-los neste trabalho. Na Bênção de Pai Seta Branca no Templo-Mãe, as ninfas que vão incorporar devem estar, necessariamente, com indumentárias de suas respectivas falanges missionárias. Por determinação dos Trinos Presidentes Triada, a partir de 9.2.97 os Magos e Príncipes Mayas, para participarem dos trabalhos evangélicos e iniciáticos na sua individualidade, deverão usar o uniforme de Jaguar (camisa preta, calça e capa marrons). A indumentária destas duas Falanges ficou restrita aos trabalhos da Falange nos rituais do Amanhecer. Ficou estabelecido que nenhuma alteração poderá ser feita em qualquer das indumentárias de falanges missionárias, por menor detalhe que seja, sem a concordância, por escrito, dos Trinos Presidentes Triada, visando coibir modificações que vinham sendo feitas por algumas Primeiras de Falange e que causavam transtornos e constrangimentos às ninfas dos Templos do Amanhecer. Em abril/2000, os Trinos Presidentes decidiram que as ninfas das falanges missionárias das Nityamas e Samaritanas não podem mais fazer a Elevação de Espadas com suas indumentárias de falange, como vinha acontecendo, devendo fazer aquela consagração trajando indumentária de escrava.
I) ANGICAL – Para os mestres, a indumentária consiste em uma camisa quadriculada, que forma uma rede magnética de cores diferentes, com a fita, que é um portal de desintegração, e com a calça marrom. As ninfas usam a blusa preta do uniforme de Jaguar, com fita, uma saia comprida, godê ou em nesgas, estampada com rosas sobre um fundo escuro, não sendo permitido o uso de coletes e saias fantasiadas nem excesso de acessórios, de forma espalhafatosa (colares, brincos, etc.).
J) PRISIONEIROS – Os mestres usam camisa preta, sem fita e sem colete, com a ataca, calça marrom e alguns estão usando, por sua própria conta, sacolas onde colocam o Livro de Bônus e a caneta, detalhe que não foi liberado pela espiritualidade. Quanto às ninfas, devem seguir as instruções de Carmem Lúcia, recebidas diretamente de Koatay 108, que estabelece ser a veste da prisioneira feita em malha, com o corpo comprido (8 cm abaixo da cintura) e preto, com uma pala verde (até 5 cm abaixo da cava), com saia de quatro barras coloridas, sendo três obrigatórias: azul pavão (na barra da saia), amarela ouro e vermelha, ficando a quarta cor a critério da ninfa, mas não podendo ser branca nem preta. A capa de organza será da cor da Guia Missionária da ninfa ou, caso ainda não a tenha, em cor de sua preferência.  O echê – arranjo para os cabelos – é feito com flores montadas em dois pedaços de organza (sudaro), sendo um da cor da capa, e é colocado no lado esquerdo da cabeça, tanto para a ninfa Lua como a Sol. A ataca, pequena corrente colocada no braço esquerdo da ninfa, é prateada para a ninfa  Lua e dourada para a Sol. Essas cores são obrigatórias porque trabalham como filtros de algumas energias. Durante seu período de prisão, o médium fica entregue à sua própria vibração e desta vai depender a proteção que terá para poder minorar a ação do seu cobrador, aquele espírito que foi colocado junto a ele. Após a libertação, o mestre devolve sua ataca aos mestres Aganaros, após passar pela representante da Condessa. As ninfas, tiram seu echê e o sudaro, mas não devem se desfazer deles, deixando-os aos pés de Pai Seta Branca, como comumente fazem. Devem, sim, guardá-los para serem usados em outras prisões, assim como sua indumentária. Tia Neiva recomendou que, após sua libertação,  a ninfa deixasse sua indumentária ao ar livre, por vinte e quatro horas, para desimpregnação, e só depois a lavasse e guardasse. Esta indumentária é a única que deve ser usada com chinelinhos e sandálias de dedo, para comprovar a humildade da prisioneira.
L) CATANDINHO – De uso mais reduzido, porque dependia de autorização expressa de Tia Neiva, é uma bata que a ninfa – Sol ou Lua – coloca sobre o uniforme de Jaguar, podendo então atuar em um trabalho para o qual seria exigida a indumentária de Ninfa Sol ou Ninfa Lua. Atualmente, o Trino Ajarã pode autorizar seu uso.
M) BATA ou TÚNICA DA INICIAÇÃO– É a bata usada exclusivamente pelos mestres e ninfas que atuam na Iniciação, confeccionada de astracã roxo, cor da cura desobsessiva e de preparação do plexo dos médiuns a fim de que possam emanar todo o seu poder curador, fazendo o trabalho de total limpeza do ambiente para que decorra, com equilíbrio, essa importante consagração dos espíritos a Caminho de Deus – a Iniciação Dharman Oxinto. Só pode ser feita, para mestres ou ninfas de Templos do Amanhecer, com a autorização, por escrito, do Presidente do Templo e com o visto do Trino Ajarã.
N) GESTANTE – Deve confeccionar um vestido azul marinho, com folga para abrigar o aumento de seu ventre, e, caso seja de falange missionária, orientar-se com sua Primeira sobre o uso das suas armas. Pode usar o “branquinho”, e não deve usar o Jaguar.
O) ACESSÓRIOS DAS INDUMENTÁRIAS – Alguns acessórios ou complementos são  usados pelos médiuns sem que estes saibam o que estão portando. Assim, damos algumas explicações:
            1. ANEL – De metal ou de cristal, principalmente se for  trabalhado na espiritualidade, forma um ponto de atração de cargas negativas e forças esparsas, dando permanente proteção ao médium.
            2. ARMAS DAS MISSIONÁRIAS – Bordadas em formas variadas, formam potente proteção dos plexos das ninfas e dos mestres, ao mesmo tempo em que funcionam como espelhos refletores das energias chegadas das Falanges Missionárias do Espaço, que fluem para os pacientes, encarnados e desencarnados. Nas ninfas, os cintos, de modo geral, criam um campo magnético no seu Sol Interior, protegendo e energizando seus três plexos.
            3. ATACA – Quando prisioneiro, o mestre substitui a fita pela ataca, que pode ser de couro, no modelo original estabelecido por Koatay 108, ou de pano marrom, com o nome do Adjunto, forma usada para facilitar os médiuns de Templos Externos. Assim, como a fita, a ataca envolve o mestre e forma um elo entre ele e seu cobrador, gerando uma tênue vibração protetora que permite ao cobrador vê-lo e vigiá-lo sem, contudo, poder alcançá-lo.  A  pequena corrente que a ninfa prisioneira coloca em seu braço esquerdo também se denomina ataca, e deve ser prateada para a ninfa Lua e dourada para a ninfa Sol.
            4. CAPA – Com a finalidade de armazenar energias, funciona como verdadeira bateria nos Sandays e na Estrela Candente, evitando que se percam as energias do trabalho. Elas ficam ali, sob a capa, e são usadas na medida das necessidades. Nos Abatás, por exemplo, elas são armazenadas quando o médium faz sua emissão e canto, para logo começarem a ser liberadas, conduzidas pelos Cavaleiros da Legião de Mestre Lázaro, até que se esgotem totalmente. Por isso, não há encerramento, sendo todos liberados tão logo se encerre o trabalho. Já na Estrela Candente (*), as energias ficam sob as capas até que seja feita a entrega delas na Pira. Por isso o médium que faz uma Escalada não pode, sob pena de perder todo o seu trabalho, tirar sua capa antes de entregar a energia no Templo ou, se for o caso, no Turigano.  As ninfas, após a consagração da Centúria, podem usar um forro de renda em sua capa. A renda deverá ser da cor da sua Guia Missionária ou, caso ainda não a tenha recebido, da cor de sua preferência. A capa forrada obriga o uso de pente e luvas.
            5. COLETE – Também é considerado uma arma do Jaguar, pois lhe dá proteção, guarnecendo toda sua caixa torácica, deixando livres, apenas, os fluxos de seus chakras (*). Os símbolos do Apará ou Doutrinador , em suas costas, apenas identificam a mediunidade de quem o usa.  Mas, à frente, deve conter o crachá com a identificação e classificação do médium, os broches indicadores de suas conquistas (Povo, Xingu Autorizado, Adjunto, etc.), o Radar de Centurião e, o que é mais importante, uma Estrela de seis pontas, contendo um símbolo de nosso permanente alerta – os Olhos de Pai Seta Branca, que nos vigiam e observam em todos os lugares e em todos os momentos de nossa jornada -, um Sol e uma indicação, com o sinal de divisão, para os Doutrinadores, ou de multiplicação, para os Aparás, representando seu papel na manipulação das forças universais.
            6. ECHÊ e SUDARO – o echê é um arranjo para os cabelos, feito com flores montadas em dois pedaços de organza (sudaro), sendo um da cor da capa, e é colocado no lado esquerdo da cabeça, tanto para a ninfa Lua como a Sol. Após passar pela representante da Condessa, as ninfas tiram seu echê e o sudaro, mas não devem se desfazer deles, deixando-os aos pés de Pai Seta Branca, como comumente fazem. Devem, sim, guardá-los para serem usado em outras prisões, assim como sua indumentária..
            7. FITA – Bicolor, apresenta o amarelo da Sabedoria e o lilás da Cura, bem como o símbolo do Apará ou do Doutrinador, e forma uma elipse, um portal de desintegração no corpo do médium, permitindo que ele possa trabalhar sem receio na manipulação das mais pesadas vibrações. Seu uso é obrigatório, exceto para os médiuns prisioneiros. Tia Neiva sempre recomendou que o médium andasse com sua fita junto a si, na carteira ou na bolsa, e a usasse quando sentisse necessidade de enfrentar algum problema sério ou caso fosse fazer um trabalho em que não pudesse estar com uniforme ou indumentária, em casa de alguém ou em um hospital, por exemplo. A fita é uma garantia e uma segurança para o médium.
            8. LANÇA – Potente captora de energia, ao ser usada pela missionária, torna-se condutora por onde as forças fluem continuamente, sendo distribuídas para o enriquecimento do trabalho. Por sua grande capacidade de atrair forças poderosas, não deve ser usada pela ninfa prisioneira, que pode não suportar a intensidade dessas forças e se desequilibrar.
            9. LUVAS – Protegem as mãos da ninfa, deixando livres os chakras de suas palmas, concentrando energias de modo que, como acontece com a capa, possam ficar ali armazenadas, sendo usadas, ocasionalmente, quando necessário,  pela espiritualidade, como acontece no caso da Indução, em que as ninfas Sol e Lua aplicam passes magnéticos nos pacientes. A ninfa deverá usar obrigatoriamente luvas e pente quando usar capa forrada, o que só é permitido após ser consagrada Centuriã.
            10. MORSAS – Existem vários acessórios denominados morsas. Todavia, como estamos tratando de indumentárias, vamos nos referir àquelas cruzes que, no uniforme de Jaguar, estão colocadas lateralmente, nas mangas das camisas e das blusas, formando um ponto de captação de energias. Recebe as forças diretamente de Tapir, e não há como realizar um trabalho equilibrado se o médium estiver sem elas. Pelas morsas chega uma força individualizada, dosada de acordo com as necessidades do trabalho e as condições apresentadas pelo médium, independente de sua vontade e não sofrendo qualquer influência, impregnação ou interferência dos espíritos encarnados ou desencarnados.
            11. PENTE – Representando o feixe de energias que jorra do chakra coronário, nas ninfas dos planos espirituais, o pente protege e ioniza a cabeça da ninfa, fazendo com que as energias emitidas por seu chakra se distribuam de forma mais uniforme e direcionada, para benefício dos trabalhos. O uso do pente é obrigatório, junto com luvas, para a ninfa Centuriã que usar capa forrada.
            12. SURIÊ–  Poderoso receptor de energias positivas, como se fosse uma morsa gigantesca, tem  ação altamente positiva e energizante, devendo ser usado sempre que o mestre for participar de trabalhos com maior concentração de energia, especialmente se for comandar um Sanday. Como garante a recepção de grandes quantidades de energias especiais, deve-se ter o maior cuidado com o Suriê, deixando-o guardado em um lugar onde possa irradiar sua força, como, por exemplo, na cabeceira da cama, e procurando evitar expô-lo aos raios do Sol, motivo pelo qual ele é acompanhado de um saquinho especial.
            13. TALISMà– Embora diminuído seu uso e caindo no esquecimento de muitos médiuns, o talismã é importante proteção para o Sol Interior, não deixando que forças negativas ou esparsas penetrem no plexo. Deveria ser  usado sempre, tanto nos trabalhos como na vida material do médium.
OBSERVAÇÕES: Visando dirimir dúvidas e adequar a participação das ninfas e dos mestres missionários nas falanges, os Trinos Presidentes Triada, em reunião realizada com os Mestres Devas (Alufã, Adejã e Umaray), no dia 3.10.98, decidiram que a partir desta data deveriam ser observados os seguintes procedimentos:
……
6. A missionária ou missionário não poderá conduzir o Radar da Recepção e nem servir como Recepcionista com a sua indumentária, apenas com o uniforme de Jaguar ou o branco.
……
8. A ninfa somente deverá participar de uma falange missionária quando receber a sua Consagração de Centúria, com exceção do ingresso nas falanges de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes. Contudo, se desejar, está liberada a fazer a sua consagração com a indumentária da falange.
9. A missionária fica obrigada a conduzir LANÇA nos seguintes rituais ou trabalhos: imantração no 1º de Maio; corte da Consagração dos Adjuntos; Consagração de Falanges Missionárias; imantração fora do Templo (ruas); trabalho de Leito Magnético; corte da Unificação, Quadrante e Estrela Aspirante. Na imantração no interior do Templo não haverá necessidade da lança.
10. Na Consagração de Falange Missionária, no Dia do Doutrinador (1º de Maio), nas cortes da Consagração dos Adjuntos, somente poderão participar as missionárias(os) com as suas respectivas indumentárias. Não deverão participar de uniforme de Jaguar, branco ou qualquer outra indumentária.
11. A cor das capas das indumentárias é de livre escolha da ninfa missionária, desde que seja uma das cores padrão da Doutrina. Para tanto, a ninfa poderá, em caso de dúvida, se informar no Salão de Costura. Não existe relação entre a cor da capa e a cor da Guia Missionária.
12. O Abatá das Missionárias deverá ser realizado, apenas, com componentes de uma única falange, desde que não esteja com a indumentária de prisioneira. A prisioneira poderá participar do Abatá convencional comandado pelos Jaguares. Considerando a quantidade de  escalas que a ninfa missionária está obrigada a cumprir, a partir de 1º de novembro/98, será escalada apenas uma falange missionária por dia, para a realização do Abatá, ficando a critério da Primeira de falange a quantidade de Abatás a realizar. Independentemente da escala, outras falanges missionárias, a critério de suas Primeiras e Adjuntos de Apoio, poderão realizar, também, o Abatá, desde que seja previamente comunicado ao 1º ou 2º Devas, conforme recomenda Tia Neiva.
13. Nos trabalhos onde a ninfa for escalada para emissão e canto, representando a falange missionária, não poderá participar com a indumentária de prisioneira ou de ninfa lua/sol. Nas Consagrações de Falange Missionária e no 1º de Maio (Dia do Doutrinador) não haverá substituição da Primeira de falange para emissão e canto no Radar, com exceção das Yuricys, cuja responsável é um Adjunto Arcano.”
·      “Os médiuns que não se apresentarem devidamente uniformizados não poderão participar dos trabalhos do Templo.”  (Tia Neiva, 7.5.74)
·      “Se eu reclamo das indumentárias é porque a indumentária vem do Reino de Zana. Zana é um dos reinos mais civilizados que baixa na Terra e seu povo vem nas consagrações e ioniza todas as indumentárias, por exemplo: o Echê.” (Tia Neiva, Pequenos Detalhes, 13.10.83)
·      “COMUNICADO N.º 002/97, DE 14.02.97, DA COORDENAÇÃO DOS TEMPLOS DO AMANHECER – Ao Adjunto Presidente de Templo: Visando preservar o acervo deixado por nossa Mãe e Mentora, fica a partir desta data suspensa qualquer alteração nas indumentárias das falanges missionárias. Mesmo que venhamos a ficar diferentes das pretensões de algumas, mas que tenhamos a certeza de estar de acordo com as indumentárias que nossa Mãe nos trouxe. Uma vez que as falanges e suas indumentárias vieram do Reino de Zana, que, segundo nossa Mãe, é o reino mais civilizado nos planos espirituais, assim responsabilizo os Presidentes e suas Coordenadoras por qualquer alteração que venha a surgir, assumindo a responsabilidade do seu Juramento, quando diz: “Juro, minha Mãe, seguir o teu roteiro nesta jornada…” (Tia Neiva, 23.08.78). Somente os Trinos Presidentes Triada têm a autoridade, dentro da força decrescente deixada por nossa Mãe, para as mudanças que se fizerem necessárias.  O credenciamento das Regentes de falanges missionárias nos Templos é somente de competência do Presidente. Solicito às senhoras Coordenadoras mais vigilância com os uniformes: 1) Branco; 2) Escrava; 3) Ninfas Sol e Lua; 4) Jaguar; 5) Prisioneira; 6) Angical; e 7) Fitas e Morsas. Para dirimir qualquer dúvida, procure a Carmem Lúcia Zelaya (Salão de Costura), que manterá a originalidade e o padrão deixado por nossa Mãe Koatay 108. Qualquer orientação para os Templos do Amanhecer, escrita ou falada, rituais e alterações de indumentária, terá que ter a autorização por escrito  do Trino Ajarã, Coordenador dos Templos do Amanhecer. Cumpra-se (assinado pelos Trinos Triada Ajarã, Arakém e Sumanã)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

PEDRA BRANCA

Pedra Branca
Após desencarnar, depois de retirar todo o magnético animal do corpo, o espírito é levado, por força magnética, para o primeiro ponto de contato com o Plano Espiritual: Pedra Branca, onde ficará por tempo correspondente a sete dias terrestres.
Pedra Branca é um local onde estão muitos espíritos, na mesma situação de desencarnados, mas não se vêem, isolados totalmente uns dos outros pelo neutrom, ocasionalmente ouvindo vozes, sermões e mantras, muitos sem terem consciência de seu estado de desencarnado.
Ali, o espírito tem oportunidade de fazer reflexões, avaliar sua encarnação como se, em uma tela projetada em sua mente, passasse toda a sua jornada detalhadamente. Vê as oportunidades que lhe foram dadas; as boas ou más coisas que fez; o que havia se comprometido a fazer, antes de reencarnar, e o que cumpriu; o que deixou de fazer!
Exceto para espíritos de maior grau de evolução, ao sair de Pedra Branca, após o sétimo dia terrestre, o espírito necessita energia animal, para prosseguir até o Canal Vermelho (*), e isso é obtido por sua condução à Mesa Evangélica.
Um depoimento prestado por um recém-desencarnado é muito ilustrativo: veja em DESENCARNE.
Existe um ponto, junto a Pedra Branca, para onde são conduzidos espíritos desarmonizados e que precisam recordar sua jornada: Atalaia (*)
· “De fato, Tia, tentei me levantar de Pedra Branca, de onde estava, mas acredito que nem o super-homem o conseguiria.
Foi então que me passaram pela mente minhas faltas, na concentração daqueles dias. Senti imensa frustração pelo que havia feito.
Interessante, Tia, que eu não senti tanto pelo que fiz, mas, sim, pelo que deixei de fazer. Quantas pessoas a quem deixei de ajudar, e as quais desprezei!
Ia deixar, agora, a Pedra Branca, porque foram sete dias dentro de mim mesmo.”
(Tia Neiva, 30.11.75)

FORÇA ABSOLUTA

FORÇA ABSOLUTA
A força absoluta é a que se projeta diretamente dos Oráculos, em benefício dos trabalhos, e é manipulada pelos médiuns de modo a ser conduzida a hospitais, presídios, asilos, etc. Tem grande poder curador e desobsessivo, pois faz com que a frequência ou padrão vibratório entre em harmonia. É a grande realização dos trabalhos do Amanhecer, na Corrente Indiana do Espaço e nas Correntes Brancas do Oriente Maior.
“Busque sempre em suas origens e heranças as energias necessárias para cumprir, com perfeição, sua tarefa cármica e possa se sentir um Homem plenamente realizado e possua sempre a paz interior, que é indispensável para que seu Sol Interior possa irradiar e iluminar, com sua luz, todo este Universo. Conheço bem os seus caminhos e peço por você em meus trabalhos!” (Tia Neiva, Carta Aberta nº 6, 9.4.78)
“Vem a força absoluta, e vêm, também, a força nativa absoluta e a força nativa absoluta de herança. Podem ser emitidas em diversos planos, sem que se dê conta de onde elas vêm. Uma prece emitida com palavras ou estilo iniciático pode fazer com que se receba uma força absoluta nativa. A simbolização no pensamento vai refletindo e formando no nêutron um estado de consciência, onde, pela própria força ou pela conduta doutrinária, aumenta a conscientização cada vez mais, formando um círculo no Interoceptível, onde a própria emissão ou canal de emissão a leva para onde for preciso. Se estivermos na Lei do Auxílio, vão para os hospitais, presídios, digo, onde houver dor.” (Tia Neiva, 5.3.79)

FORÇA CRUZADA

FORÇA CRUZADA
As forças cruzadas são muitas, mas só se cruzam com um objetivo determinado. Há trabalhos onde nos chegam forças que se combinam e se complementam, cada uma com seus efeitos próprios, com isso obtendo efeitos mais fortes. Temos, como exemplo, a Indução, onde as forças dos Pretos Velhos e dos Caboclos se cruzam. O médium não consegue cruzar forças, pois elas só se cruzam nos planos espirituais, chegando prontas aos plexos dos médiuns. As forças só se cruzam para a realização de um trabalho. Não se cruzam à toa e nem se misturam. Há muitas forças atuando, ao mesmo tempo, no plexo de um médium, mas agem separada e individualmente, sem se cruzarem, exceto quando julgado necessário pela Espiritualidade.
“Não se cruza uma força. As forças dificilmente se cruzam. Sim, filho, uma força cruzada... Salve Deus! Eu conheci uma certa senhora por nome Calu, que era macumbeira e ninguém brincava com ela. De fato, fui acompanhá-la. Era perto da UESB. Foi feita uma matança de bichos. Foi uma coisa tão violenta que eu, em um canto, tive medo. Contei na UESB o que vira e tive o resultado. Disseram que um certo fazendeiro se candidatara a Deputado Federal e queria abater seu adversário. Fiquei muito impressionada e fui, voluntariamente, conhecer o paradeiro da vítima. Quando o encontrei, qual não foi minha surpresa: ele estava apenas com uma força esparsa de um cruzamento. Dez dias depois, os animais continuavam amarrados nas árvores, ainda intactos. Mais de dois bodes e outros bichos, que não sei bem agora, estavam secos, não tinham cheiro, nem nada. Era, apenas, uma força esparsa, ou melhor, um cruzamento esparso. Cruzamento, força cruzada na macumba, é realmente grave, muito grave! Pelo simples descuido, no Templo, pegamos uma força esparsa. A força cruzada é algo delicado em todos os sentidos. A força que não se cruza é a Força Absoluta, projetada forte, de poder simplesmente objetivo. A força cruzada dos Caboclos com os Pretos Velhos é curadora e desobsessiva. Se houver um descuido ou desrespeito, eles, em vez de projetarem na sua necessidade, deixam que ela fique em seus caminhos, tomando conta de sua visão, e poderás sofrer por um longo tempo, porque ela passa a alimentar os seus elítrios! Salve Deus! Sendo cruzada pelos Exus, tudo mal, não preciso explicar... Se recebermos uma força cruzada por Exus e tivermos bem assistidos pelos nossos Mentores, ela muito pouco poderá nos aborrecer. Os fenômenos dos quais falamos são forçados por amor ou por desespero.” (Tia Neiva, 5.3.79)

FORÇA DECRESCENTE

FORÇA DECRESCENTE
A força decrescente é aquela que flui dos Planos Espirituais, partindo do Ministro, passando por seu Adjunto, seus Regentes, seus Ramas 2.000 e pelo restante de seu povo, ou, nos Sandays, fluindo dos comandantes para os participantes. Quanto maior a sintonia de um povo com seu Adjunto, melhores as condições de trabalho desse mesmo povo nos diversos setores, nas cabalas e nos grandes Abatás. Esta é a principal força necessária aos trabalhos no Templo, pois vai se fortalecendo com a presença e harmonia dos médiuns de um mesmo Adjunto, formando uma imensa Luz, com elevado poder desobsessivo e permitindo a realização de grandes fenômenos.
“Filho, VI Raio, como explicar a tua força e te dar consciência de tua posição? Porque, quanto mais penetramos nos domínios do extrasensorial, tanto mais difícil se torna nossa jornada! Vivemos a marcha para uma Nova Era, como diz o nosso Pai Seta Branca. Em tua força decrescente, vejo o simbolismo, vejo o centro da Terra e vejo a luz de uma nova experiência transcendental. A lei da ambição de aprender e de conhecer é sem limites.” (Tia Neiva, 29.3.79)
“Ministro, Legião, Terceiro Sétimo, força vibradora. Digo, força vibradora decrescente giradora. Força decrescente que se desenvolve pela energia dos grandes atributos da Terra. São forças que se desagregam e se emitem em outras legiões. Em Koatay 108 percorre a necessidade onde cabe chegar a evolução de cada Adjunto que ainda pertence à Terra (não é preciso dizer que ainda pertence à Terra: falando em Koatay 108 falamos em Adjuntos nos Carreiros Terrestres). As legiões, onde seus Ministros consagram um Adjunto aqui na Terra, são responsáveis por ele. Sim, desde que ele (Adjunto) disponha de uma força decrescente. Porque o Adjunto Koatay 108 dispõe de uma energia que é designada a grandes fenômenos extrassensoriais. Esta força se expande porque o Adjunto Koatay 108 gera do Primeiro para o Terceiro. Digo: Primeiro para o Terceiro é força decrescente. Por conseguinte, gera força energética. Energética é força de energia vital ou força do Jaguar. Essa energia é uma força, quando emitida em um ritual religioso - a força do Jaguar! Falando-se em energia, devemos saber que há poucas espécies de energias. Energia, como se sabe, só o Homem na Terra dispõe. Sim, energia! Tudo é energia. Não há boa nem má - ela existe. Depende de seu estado, da natureza, da hora, de quem e como emite a energia. A energia que sobe do Primeiro para o Terceiro Plano, que eu conheço pelos meus olhos de clarividente, é única e exclusivamente a do Jaguar Consagrado, que emite até sua Legião, na Linha do Auxílio, para beneficiar outros da mesma tribo. Isto é, a energia que o Mestre Jaguar desenvolve na emissão, ou melhor, emite em seu canto, é captada nas pequenas estações de sua Legião para servir em socorro dos grandes vales da incompreensão, dos necessitados em Cristo Jesus. Esse pequeno posto que eu, Jaguar, emito, é o meu Terceiro Sétimo, é o que é MEU. É do que dispõe a minha abertura e a dos demais que precisam de mim, digo, em nome de qualquer emissão de um mestre consagrado. Toda força decrescente de um Adjunto segue pelo que é SEU, o SEU Aledá, o SEU posto de receptividade na linha do SEU Adjunto. Se eu tiver - EU - 7 Raios na Linha de Koatay 108, em minha linha decrescente autorizada, crio, aos poucos, a minha estação, o QUE É MEU, o que cabe, por Deus, aos meus esforços, ao meu amor, ao meu plexo em harmonia. Isto é o meu pequeno ALEDÁ, que servirá aos meus dependentes num mesmo conjunto de forças. Um só Aledá, de pequenas estações, na proporção do meu amor e na harmonia dos três reinos de minha natureza, que é o meu SOL INTERIOR. Na conjunção de um Adjunto, vou também emitindo e edificando a minha estação, o meu Aledá. Por que - podem perguntar - somente um Adjunto consagrado em seu povo decrescente? Porque somente um povo decrescente consagrado em uma força poderá emitir a sua energia no que É SEU! Digo, no posto, na legião originalizada, na amplidão do que é seu, o seu Aledá, o seu Terceiro Sétimo. Não há condições de um mestre, sem as suas devidas consagrações, atingir o seu Terceiro Sétimo. As hierarquias o obrigam, uma vez que tudo é Ciência, precisão e amor. Mesmo porque a receptividade ou energia dessa natureza, na qual estamos, é extraída da força extracósmica que reina nos três reinos de nossa natureza. O ectoplasma a envolve, dando a faculdade para ultrapassar as barreiras do nêutron e chegar ao reino prometido. Não há fenômenos sem a causa porque não há causas sem o fenômeno! E, dentro destes princípios, pensamos que valem a pena nossos esforços. O menor trabalho de um Adjunto é esse, que vemos, a olho nu, aqui no mundo físico. A grandeza, mesmo, é o que os meus olhos de Clarividente, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, tem registrado: são as chegadas dessas forças nas origens, onde quer que haja necessidade. Porque essa força - ENERGIA VITAL - é a libertação do espírito a caminho, é o alimento que arrebenta as correntes dos acrisolados, das vibrações da Terra.” (Tia Neiva, 9.10.79)

FORÇA MENTAL

FORÇA MENTAL
A força mental é projetada através da mentalização, especialmente pela utilização da forma-pensamento, podendo, por vezes, ser emitida inconscientemente, quando temos pensamentos súbitos e inesperados, que buscamos abafar. Por isso, Koatay 108 sempre nos advertiu para que tomássemos cuidado com nossos pensamentos. É altamente perigosa, pois pode levar o desequilíbrio a quem a recebe e a quem a emite. Pela força mental o médium irradia sua energia mental, o seu padrão vibratório. Assim, quem estiver perto dele vai se sentir bem ou mal, de acordo com a emissão da força mental dele. A pessoa feliz emite um bom padrão vibratório; as pessoas tristes ou perturbadas emitem força mental de baixo padrão.
“As forças são recebidas por meio do cérebro e fazem impressões na mente por ondas de pensamento, ficando gravadas como o som de uma música que, mesmo quando não é cantada, fica decorada a ponto de parecer que a estamos ouvindo. É a capacidade de recebermos e emitirmos as ondas mentais dos planos superiores que nos dá o poder de fazer as coisas que se encantam nas curas desobsessivas. Às vezes, captamos uma força e a emitimos na presença de um enfermo - e ele se cura como que por encanto, deslumbrando os demais, que não conhecem esse fenômeno como nós.” (Tia Neiva, s/d)

FORÇA DA TERRA

FORÇA DA TERRA
A força da Terra ou Telúrica é a gerada pelos três reinos da Natureza, produto do fluido magnético mineral, vegetal e animal. Originou o Telurismo, estudo da influência do solo na constituição física e psicológica dos que habitam este espaço, bem como da própria natureza dessas forças e alcance de suas projeções. São chamadas forças telúricas, que provocam os terremotos, as explosões vulcânicas, os maremotos e outros chamados fenômenos naturais, e, juntamente com a ação de forças geomagnéticas, hidrográficas e geográficas, formam o sistema nervoso da Terra. É responsável pelas condições climáticas e pelas estações do ano, agindo em consonância com a destruição que o Homem faz na Natureza, buscando suprir as necessidades de sobrevivência dos seres terrestres, nos seus três reinos, para que a Vida prossiga na Terra dentro do equilíbrio e sob a ação das Leis de Causa e Efeito, que agem por todo o Universo. Adicionada à força vital, a força da Terra forma a força do Jaguar. Tem o Homem buscado entender algumas questões relacionadas com as forças telúricas, especialmente no que se refere: a) à flutuação dos continentes, que se movimentaram, à deriva, por milhares de quilômetros na superfície terrestre; b) ao alinhamento de pontos de perturbações magnéticas, onde a crosta terrestre se apresenta menos densa, em forma de losangos, uniformemente simétricos, ao longo das linhas de latitude 30º Norte e 30º Sul, intercalados nas longitudes de 30 em 30 graus, e no pólo Norte e no pólo Sul, originando 12 pontos de aberrações magnéticas em que ocorrem fenômenos de alterações do tempo e do espaço até o momento não explicado pela Ciência, como um dos mais conhecidos destes pontos, o denominado Triângulo das Bermudas; e c) à inversão de pólos, periodicamente acontecendo, em que o pólo Norte inverte sua polaridade magnética com o pólo Sul, com o derretimento das calotas polares, subida do nível das águas e formação de novas calotas de gelo, ocasionando o desaparecimento da maioria dos organismos vivos e causando grandes alterações na atmosfera e na litosfera. Desde a antiguidade, civilizações marcaram pontos energéticos do planeta, construindo templos e pontos de manipulação de energia em localidades consideradas gânglios telúricos, pontos de grande concentração desta força, utilizando desde pedras grandes de granito até construções gigantescas, como pirâmides, que agem como acumuladores de força. A benzedura é a manipulação de forças telúricas, em que se usa uma ou mais formas de orações para a revitalização dos chakras, principalmente para tratar crianças que não têm condições de se defenderem conscientemente, constituindo-se em um ramo do Xamanismo. É a benzedura um conceito antigo que compreende três sistemas da antiga Medicina: o mágico, o teológico e o naturalístico. Outras características das forças da Terra é o trabalho dos elementais.
“...e como tudo é completo neste Universo de Deus, seguiu-se o plexo da vida na natureza, do animal e da planta. Foi colocado o plexo animal. Surgiu o poderoso ERON, que quer dizer “Sol do Prana”. Eron, conduzido pelo prana, conduz as forças da Natureza, em uma só obediência, para Deus.” (Tia Neiva, 19.9.80)

FORÇA UNIVERSAL

FORÇA UNIVERSAL
A força universal é a que resulta do cruzamento da energia cósmica com as forças vital e mediúnica na manipulação que os Mentores fazem no plexo do médium equilibrado e preparado. Age em todos os trabalhos e no equilíbrio e permanente desenvolvimento do médium em sua jornada. Para sua perfeita manipulação é preciso obedecer à conduta doutrinária e aos detalhes dos rituais estabelecidos nas Leis deste Amanhecer, pois necessita grande precisão e concentração do médium para que possa se projetar com toda a intensidade que se fizer necessária para a realização de grandes fenômenos curadores e desobsessivos.
“Sim, falamos em força universal. Esta expressão está sendo mal atribuída no nosso tempo. Os Pretos Velhos falam em força universal e muitos pensam que ter essa força é ter duas mediunidades. Não é verdade! A força universal é a de um médium, digamos, um Doutrinador com uma espécie de força que cura todas as enfermidades. Veja isso num Apará, distribuindo bem a sua mediunidade. No Homem, é bem distinta essa força.” (Tia Neiva, 27.4.83)

FORÇA VITAL

FORÇA VITAL
A força vital indica a posição e a elevação, pelas consagrações, do médium encarnado. É a força utilizada em todas as manifestações do Homem, do médium desenvolvido ou não, e é própria dele, pois nenhum outro ser da Natureza a emite, uma vez que se manifesta com toda a intensidade de acordo com o equilíbrio do Sol Interior e do Interoceptível, fazendo com que cada ser humano tenha sua força vital exclusiva, que o identifica no Universo. Ela gera um campo bioelétrico, que se faz presente em todo o organismo, e se manifesta como energia bioplasmática - a AURA. O potencial da força vital varia de um indivíduo para outro, e é isso que diferencia um médium de outro, e não a força mediúnica, pois a força vital influencia diretamente a natureza e valor do ectolítrio e, consequentemente, a produção do ectoplasma. A força vital gera, no corpo físico, uma rede de força - partículas atômicas e subatômicas que se deslocam pelo corpo em função da energia que o sangue distribui - que formam um esqueleto energético do corpo físico, que têm relação direta com os meridianos utilizados por diversas linhas de tratamentos alternativos, principalmente pela Acupuntura. É pela força vital combinada com a força magnética, conduzidas pelo ectoplasma, que se produz o choque magnético nos espíritos desencarnados. Esta força vital é reconhecida em outras linhas doutrinárias e científicas, embora com descrições pouco diferenciadas, como bioplasma, ka (Antigo Egito), chi ou ki (Acupuntura, Reiki), pneuma (Grécia), baraka (Sufis), fluído da Vida (Alquimia), fluido magnético, fluido vital (Allan Kardec), libido (Freud), magnetismo animal (Mesmer), sincronicidade (Jung) e bioenergia (Parapsicologia). Essa força vital é a responsável pelas interações à distância (clarividência, entre um ser vivo e outros organismos; telepatia e bioterapia, entre seres vivos; e psicocinese, entre ser vivo e matéria inanimada), quando cruzada com outras forças, principalmente aquelas projetadas pela energia mental.
“Venho demonstrando - e tenho certeza de have-lo feito rigorosamente - a evolução da força, desde a polarização que produz às afinidades, congregadas e transfundidas, que constituem a força vital ou biogênica, que se desdobra ao assumir sua atividade na motricidade da sensitividade, cuja força cria no reino vegetal, fortalecendo o reino animal, e que também manipula o ectolítero para ectolítrio, energia que, depois de manipulada, se desprende do plexo e se faz ectoplasma. O ectoplasma é uma energia fluídica, de corpos fluídicos que podem materializar e só se ilumina pela concentração ou pelo ritual qualquer do condutor.” (Tia Neiva, s/d)
“A grandeza, mesmo, é o que os meus olhos de Clarividente, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, tem registrado: são as chegadas dessas forças nas origens, onde quer que haja necessidade. Porque essa força - ENERGIA VITAL - é a libertação do espírito a caminho, é o alimento que arrebenta as correntes dos acrisolados, das vibrações da Terra.” (Tia Neiva, 9.10.79)

CORRENTES BRANCAS DO ORIENTE MAIOR

CORRENTES BRANCAS DO ORIENTE MAIOR são raios ou raízes projetadas pelo Oráculo de Olorum e polarizadas, juntamente com as forças telúricas, nos Himalaias, agindo, em harmonia com a Corrente Indiana do Espaço, nos diversos Sandays e trabalhos no Templo.
Comandadas pelos Orixás, são divididas de acordo com as finalidades de cada trabalho. Dessas Correntes fazem parte as Linhas dos Pretos Velhos, dos Caboclos, das Princesas e das Sereias, e dos Médicos do Espaço.
Apenas, a título de manter a memória de nossa Doutrina, pois muita coisa evoluiu em termos de poder desobsessivo e manipulação de energias, transcrevemos as Instruções Preliminares para os trabalhos com as Correntes Brancas do Oriente Maior:
“1) ABERTURA:
Glória a Deus pelo Infinito e paz na Terra a todas as criaturas!
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! (3 vezes)
Em nome de Deus, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo,
em nome de Seta Branca, Mãe Yara
e de toda a abnegada falange das Correntes Brancas do Oriente Maior!
2) DISCIPLINA EXIGIDA:
a) Total abstenção do álcool, até mesmo de medicamentos que o contenham;
b) moral sadia;
c) mente sã;
d) vestuário decente;
e) higiene pessoal;
f) pontualidade nos trabalhos;
g) convívio harmônico entre os componentes, formando um só coração e um só pensamento;
h) desejo sincero de servir, de aprender e de progredir.”
(Tia Neiva, s/d)

sábado, 29 de outubro de 2016

SANDAY DE TRONOS

Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Já repararam na seriedade do Sanday de Tronos? Na grandeza que temos presente nesta realização? Que é o único trabalho deixado por nossa Mãe Clarividente que necessitamos “coletar bônus” para poder trabalhar?

Sendo um trabalho Iniciático, obviamente só pode ser realizado em Templos que dispõem de Corrente Mestre, mas vamos mais além...

Além de dispor da Corrente Mestre o Templo precisa dispor de uma grande quantidade de médiuns para poder “avinhar*” este trabalho (*termo usado por Tia Neiva), pois deverá ser aberto ANTES do atendimento nos Tronos, portanto durante a realização da primeira Mesa Evangélica do Segundo Intercâmbio. Então: teremos médiuns realizando a Mesa, e mais os médiuns de Indumentárias preparando-se para o trabalho e ainda pelo menos uns 50 médiuns disponíveis no Templo para poderem ceder os bônus aos participantes do trabalho.

Entendo que os Coordenadores do Sanday de Tronos devem ser Mestres com a consciência do Trabalho Transcendental que estão realizando. São os responsáveis para que tudo corra bem, dentro da Lei e em harmonia. Providenciar cadernos, sal, perfume, e verificar a presença da quantidade mínima de componentes são sua responsabilidade, bem como organizar a corte e a entrada no Aledá do Sanday. Embora não realizem a abertura, nem encerramento, a harmonia está sob sua responsabilidade. São assistidos diretamente pelo seu Ministro e podem inclusive ter a oportunidade de falar com ele.

O Trabalho é direcionado aos pacientes! O Ministro incorporado estará distribuindo sua energia a todos os Pretos Velhos e Pretas Velhas presentes, regendo todo aquele setor. Discretamente, muitas vezes sem sequer serem percebidos, são os Ajanãs que “comandam” aquela grande realização, e a responsabilidade da mentalização, dos objetivos de caridade verdadeira, pesará sobre eles.

A Lei do Sanday de Tronos é clara e creio que não precisa ser transcrita aqui novamente.

Cabe somente o registro de algumas orientações de nossa Mãe Clarividente:

“Quero que vocês, Doutrinadores e médiuns de incorporação, que tanto bem vêm fazendo a esta Humanidade, nos Tronos ou onde estiverem lembrem-se somente de uma coisa: que ali estão manipulando uma força cristã, transformada no Cristianismo, para uma Nova Era.

Quando chegar um paciente perto de vocês, não se preocupem com a mensagem do Preto Velho... Doutrinária, somente doutrinária! E lembrem-se de que, acima deste trabalho, o trabalho de atender a uma pessoa, ali vocês estão fazendo uma caridade transcendental.

E é só abrir seus olhos físicos e ver:  um homem doente, desajustado, ao qual vocês estão fazendo a caridade, procurando reajustar aquele paciente, com toda a consciência.
Graças a Deus, vocês estão fazendo um trabalho transcendental.

Muitas vezes, deste paciente vocês estão tirando um monstro, um impostor, que está desfazendo e desajustando, às vezes, dezenas de famílias... Um só!” 
Tia Neiva, 27 de junho de 1976

PRECE A PAZ

Salve Deus!

                   Salve Deus!

                   Meus irmãos e meus Filhos!

                   Vamos dedicar neste instante à Paz! Que essa busca incessantemente seje por Deus ouvida e bem aproveitada.

                   Nesse instante, em nome de minha Clarividência, dessa luz que haveras me fez Sacerdotisa, que é a continuação suprema deste Universo, me envolveu em Cristo, meus irmãos e meus filhos.

                   Quero também dedicar todos os meus dias, minhas horas, e sempre ouvir dizer por essa Clarividência iluminada por Jesus, quero ouvir dizer: Salve Deus!

                   Meus irmãos, aqui tens a cura do Espírito, aqui tens a cura da tua Alma, a Evolução, a Evolução, a busca do homem da era do século vinte.

                   Meus irmãos e meus filhos!

                   Estamos no limiar do Terceiro Milênio e o homem, em sua grandeza, em sua cultura, em sua humildade, em suas dificuldades mesmo de entendimento, não pode se negar a este fenômeno, que é o fenômeno que o Terceiro Milênio nos trará.

                   A inovação, a evolução, a busca de um Cristo Único, de Jesus Nosso Senhor. Meus Filhos Doutrinadores, se aproximam os nossos últimos dias...

                   Meus filhos Doutrinadores, com toda a grandeza dessa Sublimação, com toda grandeza dos vossos conhecimentos trazidos de um único coração, da Mãe que se levanta e leva à presença de Jesus.

                   Não se esqueçam que não somente essa Elevação, não consiste somente da entrega desse planejamento, da invocação, do transportar para outros Planos, depende também do seu coração!

                   Se preocupe meu filho, com o destino que tomarão esses Espíritos quando elevados por vós outros. Façam suas preces, emane do seu coração esse Ectoplasma perfeito, luminoso, o mesmo que em palavras, caminhos e Amor coloquei em vossas mentes e em vossos corações. Não somente a elevação do Espírito, erguer um Espírito para um outro Plano.

                   Existe algo mais profundo que vós outros, meus filhos, tereis que fazer, se preocupar com o destino desses irmãozinhos que carinhosamente devolvestes a Deus na Elevação na Linha de Obatalá.

                   Lembre-se que sob os Poderes de Olorum será perfeitamente registrados e então meus filhos, emane também dos vossos corações o Amor, a preocupação. Faz, meu filho, desta sua Missão o teu Sacerdócio.

                   Sem Amor, sem a preocupação em teu vizinho, nunca chegarás à Evolução prometida que eu tanto desejo. Eu, a Tua Mãe em Cristo!

                   Meus filhos, nesta Bendita hora, vamos fazer a chamada dos Mundos Encantados. E como, com toda coragem de um Espírito único, elevei aos vossos pés, e com a grande arrancada os transportei às barreiras de som.

                   Porque na Faixa Iniciática que vos conduzi, Olorum, o Senhor do Universo Iniciático ouve o teu Obatalá. Ouvirá mais perfeito quando entenderes que a tua Missão é o Teu Sacerdócio.

                   Salve Deus, Doutrinador!

                   Salve Deus Doutrinador Jaguar!

                   Salve Deus!


Tia Neiva

CRUZ DO CAMINHO

CAVALEIRO LANÇA REINO CENTRAL
CAVALEIRO LANÇA VERMELHA
CRUZ DO CAMINHO


SALVE DEUS TIA, NO RANDY QUEM É O CAVALEIRO REINO CENTRAL E CAVALEIRO LANÇA VERMELHA? SALVE DEUS.

O Cavaleiro Reino Central, que inclusive é o senhor dessa Amacê, que existe na Elipse da Estrela Candente foi quem realmente colocou a Cruz do Caminho. A Cruz do Caminho foram um casal de Reis, eles foram deportados, era o último descendente de uma dinastia e, eles foram deportados não tinham mais parentes e não tinham ninguém.  Os escravos, aqueles escravos acompanharam, que eram um pessoal muito bom e acompanharam esse casal, que vamos chamar de Reino Central. Então chegando lá eles foram para uma velha mansão, num Reino também abandonado e o mundo estava nessa revolução com a vinda de Jesus, o povo ainda não sabia se eram cristãos, o que é que eram. Então eles ficaram lá, foram pra lá. E fizeram, no meio daquelas guerras, daquelas tropas mercenárias, que passavam por ali, eles resolveram, os escravos, aquelas alhas,camareiras, não saei o que mais daquela rainha, era uma rainha nova e um rei novo. Então o que fizeram? Eles fizeram uma cruz e colocaram no caminho. Essa Cruz do caminho, ela vem aparecendo e na deturpação da lei do homem. A Cruz do Caminho reflete também a encruzilhada entendeu. Ali foi até que o homem alcançou em sua mente deformada foi feito... Coloca-se a Cruz do Caminho. Mas, na minha Clarividência em nome de Jesus Cristo, que até eu cheguei a conhecer, e muitos dos senhores aqui. A Cruz do Caminho tinha o seu destino bom. Aquele pessoal doente daquelas guerras que vinham arrastados procurados as suas origens. Eles mandavam trazer tudo ali pra aquela mansão. Então já se sabiam aqueles guerreiros sofridos, sabiam que a Cruz do Caminho indicava um hospital vamos dizer. Ali eles se espiritualizavam todo mundo nessa forma iniciática, que hoje nós temos aqui. Mas, acima de tudo o Reino Central e a Leide, eles tinham um ciência entendeu..., eles tinham uma ciência oculta, eles ocultavam na comunhão dos seus pensamentos, eles ocultavam uma religião que era a vida fora da matéria e desenvolvia os seus cultos, trabalhos como nós, faziam suas preces. E o Reino Central era um jovem muito bacana, muito preparado, muito espiritualizado e tinha as suas forças positivas com o astral. E assim a Cruz do Caminhão foi uma benção de Deus. Ela se alastrou por toda aquela planície. Então com essa ciência do Reino Central, ele buscava as forças de muitos lugares, inclusive Delfos. Foi o maior consagrador de Delfos, Egito..., eles sabiam captar aquelas forças. Essas Elipses..., eles formavam as Elipses, faziam as Elipses de madeiras, tudo que nós temos aqui, em nome de nosso senhor Jesus Cristo e pelos meus olhos, a Cruz do Caminho... Tanto que eu pensava que o Vale do Amanhecer fosse a Cruz do Caminho. Mas é uma doutrina secreta que o Reino Central não gosta de revelar os seus pensamentos, os sentimentos, não gostava naquele tempo. Ele preparava o povo mas, ele era mais aberto. Então ele ficou um grande iniciado. Eles viviam na maior... Na origem mais pura do espiritualismo, da força iniciática, tinha poderes e um dia ele é revelado, foi reveledo que uma filha dele e um filho, quer dizer uma filha e um genro ia chegar ali e que eles iriam preparar muito bem a mansão, porque eles iriam chegar. Essa filha... Veio um espírito iniciado do astral que uma jovem, uma jovem que ele havia matado em outra vida, ela vinha trazida por
um cavaleiro, a sua alma gêmea e teria que ser iniciada. Porque eles teriam que sofrer as dores daquela que havia sido sua vítima. E assim eles se prepararam muitos anos pra iniciação dessa jovem. Quando... Isso uma tropa mercenária que vivia procurando. E, naquele tempo estava um reboliço muito grande em Roma, Egito e, era uma coisa terrível, na Grécia, então todo mundo desesperado. Então aquelas tropas viviam procurando aonde servir. O jovem, esse jovem que tinha essa tropa muito grande se chamava Lança Vermelha. É isso? Aí nós vamos entrar no Lança Vermelha. Ele viu, ele foi pago, ele foi vendido para um rei que tinha uma moça muito bonita e se apaixonou naquele instante por ela. E naquela paixão dos dois, se reconheceram almas gêmeas. Ele o que fez: deixou o seu capitão tomando conta da tropa e levou a moça embora. Isso de longe, ele se lembrava da Cruz do Caminho, pois tinha passado por lá, mas, antes chega o rei e deu falta, e o fato pegou a moça de volta. E na luta, ele daqui ali, ele escapou. Mas, a moça jurava para o pai que não ficava ali. O pai mandou fazer duas atacas... Que eles chamam ataca de ouro e prendeu-a pela mão. Só que eram diferentes dessa nossa. Eram dois braceletes e, um tinha uma ponta que quando ela dormia, eles amaravam no pé da cama, ou no braço de uma camareira e ela dormia acorrentada. Então ele descobriu, entrou no quarto dela e carregou ela com atacas e tudo. Carregou e foi parar na Cruz do Caminho. Quando chegou lá, ele foi se espiritualizar e jurou. Porque o Randy é um juramento. É um juramento, eu sou aquele que falo e calo quando deve. Entendeu, porque só tu conheces... Nê, só Deus conhece Deus e tal. Então ele fez o juramento e esqueceu da tropa. Esqueceu tudo pra viver ao lado daquela jovem. Enquanto o Reino Central e a Leide, conheceram a sua filha e agarram-na com todo amor. Mas, o destino traz as pessoas, traz também as facilidades das fugas, das faltas. Que diz assim: Pra que eu fiz uma falta dessas. Mas, não é, já estava escrito aquela falta. Então aconteceu, vem um cavaleiro e encontra-se com ele dentro daquela Mansão escondido, ele já não queria mais a tropa, não queria mais nada e manda dizer a ele que pelo amor Deus que viesse salvar as tropas que estava morrendo, estava tudo morrendo de fome, que só ele tinha capacidade de andar com aquela tropa.E ele sai da Cruz do Caminho, sai da Mansão e a moça não conseguiu tirar as atacas das mãos. Aquela jovem teria que pagar tudo... Porque hoje é um espírito de alta luminosidade. Salve Deus. Então ela amarrada, então ele disse: que ainda ia pra ver, trazer alguma coisa que pudesse cortar sem ferir aquelas atacas. E ele vai e morre no caminho, o Lança Vermelha. Porque o rei não perdoava era uma cilada que estavam com ele, não era verdade que as tropas estavam morrendo. Inclusive a tropa já estava do outro lado e matou ele. Ninguém sabe, mas o fato é que a moça ficou esperando e ele nunca apareceu. E ela viveu muitos anos..., até que guerras e guerras, ela ajudando a todo mundo que passava ali na Cruz do Caminho. Ela fazia tudo de bom, curava as feridas sempre com aquelas atacas e sempre um pensamento de dor e dúvida... Porque ele não voltou? Havia se esquecido dela? Então aquela dúvida... Ele fugiu? Nem notícias? Abandonou-me? E, no entanto os Mentores nunca... Os Mentores, os grandes Iniciados, inclusive materializava e nunca diziam nada. Nada que esclarecesse a fulga dele. Então, mas ele foi lá... Ele foi pagar as suas dívidas. Porque se ela soubesse que ele tinha morrido, ele ficava ali perto dela. Não é, por isso que às vezes agente não pode ter notícias de um ente querido que desencarna. Então eles... Ela nunca pode saber por onde ele andava porque se não eles prendiam ele ali, naquele Mundo Iniciático. Ele o que fez, não achava receptividade, não achava sarro pra ele, porque o povo ali era muito puro e ele era da força desobcessiva, quer dizer: Ele matava, ele se vendia pra matar os outros em guerras, pra vencer, era um conquistador. Então, o povo, tudo aquilo que ela ganhava levava pra evolução dele. Então na hora do desencarne ele veio buscá-la, ela já velhinha, ele já era um espírito de luz, ele vence... Você imagine a Legião de São Lázaro. Há quantos anos? Mais de mil anos, tem quase... Tem pouco mais de mil anos que vem se despontando. Acho que não chega há mil anos. Então ele foi pra Legião de São Lázaro. Hoje é o Reino Central e o Cavaleiro da Lança Vermelha. Salve Deus. Então esses dois espíritos... Nós fizemos a Cruz do Caminho. Que eu disse aqui; Mário, o dia que nós fizermos a Cruz do Caminho, nós vamos ter muitos fenômenos, porque tem uma experiência desse casal que fez. Salve Deus. E hoje ilumina o mundo inteiro, entendeu! Ali meus filhos... Daqui uns dias eu vou trancar melhor, daqui uns dias eu começo fechar melhor, entendeu. Daqui uns dias nós vamos entrar lá de sapatos. Salve Deus. Aliás, os homens nê, nós mulheres podemos nê! Salve Deus.



SALVE DEUS! TIA, EU PERGUNTO O QUE É A CRUZ DO CAMINHO, QUAL É A SUA FINALIDADE E QUE BENEFÍCIO ELA NOS TRAZ?



Salve Deus. A cruz do Caminho ela é o princípio de todos os sandays. A Cruz do Caminho é uma revelação de amor, de tradicionais espíritos... Desculpe mas, não é assim. Eu não sei me conduzir quando falo de uma velha dinastia. Salve deus. Eu não sei explicar, eu não sei me conduzir, mas o fato é que a Cruz do Caminho foi algo tão sublime, foi uma coisa tão maravilhosa... Que hoje, ali naquela sala, cada dia ela vai ser uma estufa de cura, vai ser uma coisa que eu não sei explicar a você, mas pra dizer o que é a Cruz do Caminho. Eu preciso revelar toda uma história... A Cruz do Caminho ela emite eflúvios, ela é como se... Quando os médiuns estão em trabalho eles gera uma força giradora, ela faz isso, ela sobe e desce. Ela sobe a energia vital e desce a energia extra etérica que dá força ao médium durante trinta dias conforme o dia da lua que ele participe. Ela tem influência da Lua e tem influência do Sol. Mais a Lua, mais a força da Lua. É um trabalho de Anodização. Quando você participa de um trabalho desses você se ilumina interiormente. Você tem forças, que dizer, você prepara o seu Sol Interior. Qualquer hora, de uma Lua pra outra você continua a gerar essa força. A receber toda essa força que foi gerada. A força giradora aproveita quem está fazendo o trabalho, quem está trabalhando leva mais, tem uma energia especial é o que recebe inclusive... Deixa-me explicar, a Cruz do Caminho ela capta, o médium tem capacidade de captar as Heranças Transcendentais então com a sua herança vem... Ela vem e vai à força Geradora e entra no seu Plexo, ela entra no seu Plexo e depois espalha, não por aqui pelo Templo, porque o Templo não precisa dela. Mas, onde o médium pensa, nos lares, nas enfermidades. Serve especialmente, oficialmente como diz o Pai, oficialmente nos presídios, nos asilos, onde há necessidade assim de uma força, de uma luz, de uma energia, de uma cura desobcessiva.